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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
VEJA OS NOMES DA NOVA MESA DA CÂMARA FEDERAL
01/02/2011 22h51 - Atualizado em 01/02/2011 22h52
Veja quem são os novos integrantes da Mesa da Câmara
Eleitos têm como função cuidar da administração pelos próximos dois anos.
Disputa pela presidência da Câmara foi decidida entre quatro candidatos.
Do G1, em Brasília
| VEJA QUEM SÃO OS NOVOS INTEGRANTES DA MESA | |
|---|---|
| Presidente | Marco Maia (PT-RS) |
| 1º vice-presidente | Rose de Freitas (PMDB-ES) |
| 2º vice-presidente | Eduardo da Fonte (PP-PE) |
| 1º secretário | Eduardo Gomes (PSDB-TO) |
| 2º secretário | Jorge Tadeu Mudalen (DEM-SP) |
| 3º secretário | Inocêncio Oliveira (PR-PE) |
| 4º secretário | Júlio Delgado (PSB-MG) |
Junto com a eleição de Marco Maia (PT-RS) à presidência da Câmara, os deputados definiram também os nomes dos demais integrantes da Mesa da Casa. A deputada Rose de Freitas (PMDB-ES) foi eleita para a primeira vice-presidência, e o deputado Eduardo da Fonte (PP-PE), para a segunda vice-presidência. Rose de Freitas é a primeira mulher eleita para o cargo.
A Mesa tem como função cuidar da administração da Câmara. O mandato dos eleitos para os cargos da Mesa é de dois anos.
Além de presidente e dois vice-presidentes, a Mesa é composta ainda por quatro secretários e quatro suplentes (veja os eleitos para todos os cargos na tabela acima). Os eleitos para os cargos foram indicados pelos partidos por acordo entre as bancadas.
O primeiro vice-presidente da Mesa tem como missão de substituir o presidente sempre que preciso. O segundo vice-presidente substitui o primeiro. Já o primeiro secretário, entre outras atribuições, lê em plenário a correspondência oficial recebida pelo Senado, os pareceres das comissões, as proposições apresentada e todos os documentos que façam parte do expediente da sessão. Além disso, assina e recebe a correspondência da Câmara.
O segundo secretário lavra as atas das sessões secretas, entre outras funções. Algumas atribuições dos terceiro e quarto secretários são contar os votos em verificação de votações e auxiliar o presidente na apuração das eleições.
CONVITE
Convite
Olá Amigos,
Juntamente com a Drª. Assunção e em torno do problema da drogadição, está se formando um grupo de pessoas que vem discutindo medidas e caminhos que possam trazer luzes para a questão do tratamento os dependentes químicos. Dia 08/02/2011 haverá uma reunião, às 08h30min, no Centro de Assistência Social e Profissional- CASP, na Rua Juaci Sampaio Pontes, 2448, sala A, Centro, Caucaia-Ce, que tratará da fundação da Associação dos Pais e Amigos do Dependente Químico do Ceará-APADQC.
Contamos com sua presença.
Contamos com sua presença.
--
Um abraço.
Janivaldo Ferreira
(85) 8841-9297
ROMÁRIO CONFIRMA ATUAÇÃO EM DEFESA DO ESPORTE
Romário confirma atuação em defesa do esporte
Estreante na política, o ex-jogador de futebol Romário (PSB-RJ) não quer fugir das suas origens. O deputado tomou posse na Câmara Federal nesta terça-feira, 1º de fevereiro, e vai atuar pela inclusão de crianças e jovens carentes através do esporte.
Romário deve atuar na Comissão de Esporte e Turismo da Câmara, onde pretende dar sua contribuição como atleta internacional e dirigente de futebol. “Eu vivo do esporte a minha vida toda. Tudo que estiver dentro desta área, que eu tiver a capacidade de mudar ou aprimorar eu farei”, garantiu.
Romário disse ainda que deve trabalhar para melhorar o atendimento à famílias e crianças com síndrome de Down.
Letícia Alcântara/ Repórter
LIDERANÇA DO PSB NA CÂMARA
Deputados socialistas tomaram posse nesta terça-feira
Sérgio Francês |
Os 34 deputados federais do PSB tomaram posse nesta terça-feira (01/02) em cerimônia realizada no Plenário da Câmara dos Deputados, em Brasília. No total, a Câmara empossou 513 parlamentares. Desses, 12% são estreantes no parlamento. No PSB esse índice é de 44%.
Por Estado, a bancada que mais elegeu federais pelo partido foi São Paulo, com sete representantes. Entre eles está o educador Gabriel Chalita, que obteve 560 mil votos, sendo o segundo federal mais votado do Estado. A estreante na política Keiko Ota também obteve uma expressiva votação por São Paulo e na Câmara e pretende lutar por causas de interesse social.
Pernambuco e Ceará ficaram logo atrás de São Paulo. Em Pernambuco, foram eleitos cinco parlamentares, entre elas, a líder do PSB, Ana Arraes. No Ceará, foram quatro. O bom resultado nestes Estados é reflexo dos desempenhos dos governadores Eduardo Campos (PE) e Cid Gomes (CE), que foram reeleitos e consolidaram suas forças políticas na região Nordeste.
O Rio de Janeiro elegeu três socialistas, com destaque para o empresário Romário. No Rio Grande do Sul, o PSB são três deputados e no Espírito Santo, dois. Roraima, Sergipe, Tocantins, Alagoas, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Piauí e Rio Grande do Norte também elegeram um representante cada.
Trabalho nos estados
Cinco deputados eleitos assumirão pastas em secretarias estaduais. Márcio França, reeleito por São Paulo, administrará a secretaria de Turismo em seu Estado; Alexandre Cardoso (RJ), ficará com a secretaria de Ciência e Tecnologia; Danilo Cabral (PE), Cidades; Atila Lira (PI), Educação e Beto Albuquerque (RS), infraestrutura.
Confira aqui a relação dos deputados que assumirão secretarias:
-Alexandre Cardoso (RJ), Ciência e Tecnologia. Suplente: Paulo Lopes (PMN);
-Danilo Cabral (PE), Cidades. Suplente: Paulo Rubem Santiago (PDT);
-Atila Lira (PI), Educação. Suplente: José Nazareno (PT);
-Beto Albuquerque, Infraestrutura. Suplente: Luiz Noé (PSB);
-Márcio França, Turismo. Suplente: dr Ubiali.
domingo, 30 de janeiro de 2011
EJC DE CAUCAIA UMA LINDA JUVENTUDE
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| EJC DE CAUCAIA ( JOVENS SOMOS CHAMADOS A SER CRISTÃO A NOSSA MANEIRA) |
Foi neste domingo dia 30 de Janeiro que o EJC (Encontro de Jovens com Cristo), de Caucaia fez um encontro com os círculos do oitavo EJC, foi um momento de muitas alegrias e de orações, no sítio situado na comunidade de Barra Nova Caucaia foram exatamente o canto de confraternização e recordações do oitavo encontro do EJC todos os jovens se abraçando se confraternizado com os amigos que fazia tempo que não as vias, com um lindo momento de oração que começou com a palavra do Senhor. Deu inicio a toda a programação para o encontro que escolheu um tema. Jovens, somos chamados a ser cristão a nossa maneira. Depois da explanação da escolha do tema os jovens ficaram sentados para ouvir a palestra sobre o tema com o diácono Carlos que ficou entusiasmado com toda aquela juventude ali presente e elogiou aos organizadores. Parabéns ao o EJC de Caucaia por esse lindo momento para essa juventude.
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| A chegada dos Jovens |
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| Momento de abradecimento e oração |
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| Os Casais |
sábado, 29 de janeiro de 2011
O QUE É DROGAS
O QUE SÃO AS DROGAS?
Droga, cientificamente, significa todo e qualquer medicamento. Entretanto, no sentido leigo, passou pouco a pouco a designar as substâncias tóxicas que produzem no sistema nervoso central. Geralmente, para quem as utiliza, levam a uma sensação de prazer como sedação, excitação, alucinações e volúpia. Essas sensações podem alterar a percepção, a inteligência, a memória, o raciocínio e o auto-controle.
O descontrole (ou abuso do uso) está ligado a uma série de fatores tais como: o tipo de droga utilizado, dosagem, como administrar, estado de saúde física e mental, entre outros.
Recorrer às drogas psicoativas foi, através de tempos, utilizados pelos mais diversos grupos com fins religiosos, culturais, medicinais ou de prazer. Hábitos e costumes sociais ditavam seu uso em cerimônias coletivas, rituais ou festas. Nesses contextos, de um modo geral, não representam perigo maior para a comunidade pois seu uso estava sempre sobre controle.
Atualmente, o problem é justamente o uso indiscriminado, como forma de alienação (fuga) da realidade, de relaxamento das tensões da vida moderna ou como tentativa de superação de problemas não-resolvidos. Mudanças sociais e econômicas são também fatores que levam ao uso das drogas. A insatisfação e o estresse constantes a que o homem moderno vive submetido, bem como o estímulo crescente ao consumo e à posse de mais e mais bens materiais, incentivam a busca de novos produtos e prazeres - as drogas podem ser um deles. Estas vão, vagarosamente, afastando as pessoas da possibilidade de uma busca para os seus problemas.
A devastação que as drogas fazem no cérebro.
As drogas agem na parte mais delicada do cérebro humano, o mecanismo de transmissão os impulsos nervosos. O cérebro tem por bilhões de células, o neurônio, que comunicando-se entre si geram sensações, o pensamento ou a ação. Essa comunicação só acontece graças a substâncias químicas conhecidas por neurotransmissores. É aí que as drogas chegam para atrapalhar. Interagindo com os neurotransmissores, tornam imprecisas as mensagens entre os neurônios. É o fim dos impulsos nervosos. Elas podem estimular o sistema nervoso central, como a cocaína, a cafeína e a nicotina. Deprimi-lo como o álcool ou a heroína. Perturbá-lo, como é o caso da maconha e do ácido lisérgico. Fica-se eufórico, inapitente ou insone. Vêem-se coisas. Ouvem-se sons. Dependendo do tipo de droga, da quantidade usada e do tempo de uso, variam os malefícios. A cocaína e atualmente o Crack são as drogas que mais rapidamente devastam o usuário. Bastam alguns meses ou mesmo semanas para que ela cause um emagrecimento profundo, insônia, lesão da mucosa nasal e maior suscetibilidade a convulsões. Ao longo dos anos, porém, os efeitos destrutivos do álcool são mais graves e numerosos. Entre eles estão gastrite, hipertensão, pancreatite, miocardite, hepatite e cerrose. Retrato dessa tragédia são as clínicas brasileiras. A média de idade das pessoas que procuram ajuda contra a bebida, por exemplo, é de 35 anos. contra a cocaína e crack, 20 anos.
Cada droga em particular tem efeitos próprios, mas podemos sistematizar alguns efeitos gerais:
1. Alterações do sistema nervoso central;
2. Alterações sexuais - as drogas produzem exarcebações do libido ou o contrário;
3. Desequilíbrio orgânico - o uso de drogas afeta todas as partes do organismo. Promove alterações respiratórias e circulatórias. O viciado com o tempo adquire aspecto próprio tornando-se pálido, com os olhos esbugalhados e sinais de envelhecimento precoce;
4. Convulsão e desagregação mental - no início o adolescente experimenta excitação da memória e aclaramento de idéias e isso o anima a continuar. Mais tarde aparece apatia psíquica, embotamento, idiotice e psicoses.
Além do que já foi citado, a droga gera uma problemática social; o viciado torna-se desajustado socialmente. Ainda pode levar o dependente a sérios problemas com os traficantes e com as autoridades policiais e judiciais.
TOXICOMANIA:
O consumo de drogas, naturais e sintéticas, é definido como toxicomania, ou seja, um estado de intoxicação periódico ou crônico nocivo ao indivíduo e à sociedade.
São características da toxicomania:
1. Desejo ou necessidade de continuar consumindo a droga e de procurá-la por todos os meios;
2. Tendência de aumentar a dose;
3. Dependência de ordem psíquica ou física.
As drogas podem afetar o adolescente de várias maneiras, como nos aspectos físico, mental, crônico, etc. O seu uso abusivo pode levar o usuário a um descontrole de seu consumo e gerar dependência, podendo causar um desequilíbrio em sua vida.
A dependência a uma droga é o estado de necessidade física e/ou psíquica à mesma.
Por dependência psíquica entende-se aquela que afeta apenas o psiquis-mo do indivíduo, não se desenvolvendo tolerância (necessidade de aumento da dose). Quando a dependência é apenas psíquica, há desejo psicológico de uso de drogas, mas não há a necessidade incontrolável.
Já a dependência física afeta o indivíduo, produz tolerância e necessidade incontrolável de uso da droga. Segundo a Organização Mundial de Saúde, a dependência física é o estado de adaptação que se manifesta pelo aparecimento de profundas modificações físicas quando se interrompe a administração do medicamento ou droga. Isto quer dizer que, quando o usuário é dependente de uma droga e deixa de usá-la, o seu organismo sofre alterações que podem acarretar até a morte.
Os adolescentes apresentam uma mudança hormonal significativa. Quando entra uma droga no seu corpo é como se fosse um laboratoriozinho: parece explodir. Assim, mais ou menos, acontece com os jovens quando ingerem drogas, numa fase de muita mudança química no corpo.
POR QUE OS JOVENS USAM DROGAS
Muitos podem ser os motivos que levam um jovem para o mundo das drogas. Entre eles, a procura de um prazer que para o jovem representa o êxtase, a euforia. Muitas vezes é a fuga de uma realidade difícil de lidar à nível consciente.
Como consciências psicológicas, há todo um transtorno comportamental e um prejuízo das atividades como: estudo, trabalho, convivência com as pessoas devido a mudanças de humor. Além do fato que o uso de drogas acarreta, com o tempo, danos às estruturas cerebrais.
A família fica desesperada. Muitas vezes não sabem como lidar com o jovem e há atritos graves entre membros da família. Há uma forte perturbação emocional, o que necessitaria de um trabalho orientado de um profissional. A família teria que fazer um trabalho no sentido de se fortalecer do ponto de vista emocional para com isso poder ajudar a pessoa envolvida com drogas, e este precisaria de um acompanhamento psicológico com o objetivo de fortalecer a auto-estima e conseqüentemente se livras das drogas.
Fica difícil dizer o que é certo e o que não é, quem é bandido e quem é mocinho, onde está o bem e o mal. Mas não dá para fugir da realidade. DROGA é uma coisa perigosa e muita gente se arrasa por causa dela. O assunto está ai: na TV, nos jornais, na rua, na escola, na casa do lado e, talvez, na sua. Finge que não é com você é um péssimo jeito de se prevenir.
Considerando o tráfico, o número de crimes, problemas de saúde e todas as vidas que são arruinadas pela droga, dá uma imensa vontade de ser radicalmente contra elas. Mas nesses campo é muito difícil ser radical. A distância entre beber um copo de cerveja gelada num dia de calor e morrer de cirrose hepática é enorme. Tão grande quanto a que existe entre fumar maconha uma vez na vida e morrer de overdose. Seria inútil exterminar todas as substâncias que podem ser usadas como droga porque são muitas. E não esqueça que droga é sinônimo de remédio e a mesma coisa que mantém a vida de monte de pessoas pode deixar outras viciadas. Proibir não é a solução. Fingir que o problema não existe ou acontece apenas com os outros resolve muito menos. Diante desse impasse, não vá saindo como quem não tem nada com isso. Viciado não é só gente doida, barra pesada, marginal ou pavorosa Muita gente bonita, elegante e sincera como você acaba se viciando às vezes por brincadeira. As fronteiras entre o certo e o errado são invisíveis e, assim, ninguém sabe mostrar o comportamento ideal a ser adotado. O que se sabe é que as drogas são um risco enorme.
73,9% dos estudantes de escolas públicas de 10 capitais brasileiras já exprementaram algum tipo de drogas.
76% dos portadores do vírus da AIDS entre 11 e 19 anos contraíram a doença por meio das drogas intravenosas.
Já te ofereceram alguma droga? 33% dos entrevistados de 10 a 12 anos, 49% dos de 13 a 15 anos e 67% entre 16 e 18 anos responderam sim.
"Comecei fumando uns baseadinhos em festas, tomando umas bebidinhas. Eu sempre achei que era forte para lidar com as drogas. Então eu alternava uma época careta, uma época chapado. Para tentar me enganar, eu tentava trocar a dependência por álcool mas não adiantava. Eu estava sofrendo. Eu estava fugindo de um problema que vinha desde a adolescência: admitir que a droga era mais forte que eu. Uma hora me dei conta que ou todo mundo se afasta de você ou você acaba numa overdose. Três amigos meus morreram, dois de overdose e outro que injetou na veia pó de mármore comprado como cocaína. Eu optei pela vida. Estou brigando com unhas e dentes. Eu queria que alguém tivesse me dito: não tenta nem experimentar. Eu achava que careta era otário. Mas não é nada disso: os malucos é que são otários." C. 34 anos.
Por quê o adolescente se envolve com as drogas? Por quê um jovem de apenas 14 ou 15 anos começa a trilhar o caminho da toxicomania?
Além dos motivos citados acima, há, no caso do uso de drogas, um fator muito importante que é a fuga da realidade. O jovem quando vira adolescente se decepciona, pois nada é como ele pensava, então decide entrar no mundo do tóxico. Viver no mundo real não lhe interessa mais. A irrealidade é seu universo, onde tudo é mais colorido e onde se acha respostas para todos os problemas.
Inquéritos feitos entre jovens mostram que, em sua maioria, foram levados a primeira experiência com tóxicos por curiosidade. Ressaltam também o papel dos amigos que influenciam no consumo das drogas.
"A informação que a televisão, os pais e os educadores passam é de que a droga mata, é uma coisa horrível, deixa dependente. Mas já o amigo do clube, da escola, do condomínio diz que não é nada disso, que é bom e dá segurança. Então o jovem fica curioso, com dúvidas, e resolve experimentar. No dia seguinte, ele vê que não morreu e nem ficou dependente e passa a acreditar no amigo, lógico. Aí mora o perigo... O jovem passa a procurar nas drogas aquilo que não existe. O uso constante poderá torná-lo doente, dependente de doses cada vez maiores e de drogas mais fortes. Isto pode levá-lo até ao suicídio.
Parece que, hoje em dia, as pessoas não têm noção de que as drogas fazem mal e que não é bom usá-las. O jovem precisa de uma cervejinha para bater papo, fumar um "baseado" para ver um show... Ele está sem noção da cobrança que vai vir mais tarde, em função deste uso de drogas." - depoimento de Aurélio Santo Sé (CONEN)
Tomar uma droga é um substituto para a satisfação que uma atividade bem sucedida traz. Uma visita a qualquer rua à noite, mostra rapidamente que a droga é freqüentemente o "prêmio consolação" para muitos jovens insatisfeitos.
Droga, cientificamente, significa todo e qualquer medicamento. Entretanto, no sentido leigo, passou pouco a pouco a designar as substâncias tóxicas que produzem no sistema nervoso central. Geralmente, para quem as utiliza, levam a uma sensação de prazer como sedação, excitação, alucinações e volúpia. Essas sensações podem alterar a percepção, a inteligência, a memória, o raciocínio e o auto-controle.
O descontrole (ou abuso do uso) está ligado a uma série de fatores tais como: o tipo de droga utilizado, dosagem, como administrar, estado de saúde física e mental, entre outros.
Recorrer às drogas psicoativas foi, através de tempos, utilizados pelos mais diversos grupos com fins religiosos, culturais, medicinais ou de prazer. Hábitos e costumes sociais ditavam seu uso em cerimônias coletivas, rituais ou festas. Nesses contextos, de um modo geral, não representam perigo maior para a comunidade pois seu uso estava sempre sobre controle.
Atualmente, o problem é justamente o uso indiscriminado, como forma de alienação (fuga) da realidade, de relaxamento das tensões da vida moderna ou como tentativa de superação de problemas não-resolvidos. Mudanças sociais e econômicas são também fatores que levam ao uso das drogas. A insatisfação e o estresse constantes a que o homem moderno vive submetido, bem como o estímulo crescente ao consumo e à posse de mais e mais bens materiais, incentivam a busca de novos produtos e prazeres - as drogas podem ser um deles. Estas vão, vagarosamente, afastando as pessoas da possibilidade de uma busca para os seus problemas.
A devastação que as drogas fazem no cérebro.
As drogas agem na parte mais delicada do cérebro humano, o mecanismo de transmissão os impulsos nervosos. O cérebro tem por bilhões de células, o neurônio, que comunicando-se entre si geram sensações, o pensamento ou a ação. Essa comunicação só acontece graças a substâncias químicas conhecidas por neurotransmissores. É aí que as drogas chegam para atrapalhar. Interagindo com os neurotransmissores, tornam imprecisas as mensagens entre os neurônios. É o fim dos impulsos nervosos. Elas podem estimular o sistema nervoso central, como a cocaína, a cafeína e a nicotina. Deprimi-lo como o álcool ou a heroína. Perturbá-lo, como é o caso da maconha e do ácido lisérgico. Fica-se eufórico, inapitente ou insone. Vêem-se coisas. Ouvem-se sons. Dependendo do tipo de droga, da quantidade usada e do tempo de uso, variam os malefícios. A cocaína e atualmente o Crack são as drogas que mais rapidamente devastam o usuário. Bastam alguns meses ou mesmo semanas para que ela cause um emagrecimento profundo, insônia, lesão da mucosa nasal e maior suscetibilidade a convulsões. Ao longo dos anos, porém, os efeitos destrutivos do álcool são mais graves e numerosos. Entre eles estão gastrite, hipertensão, pancreatite, miocardite, hepatite e cerrose. Retrato dessa tragédia são as clínicas brasileiras. A média de idade das pessoas que procuram ajuda contra a bebida, por exemplo, é de 35 anos. contra a cocaína e crack, 20 anos.
Cada droga em particular tem efeitos próprios, mas podemos sistematizar alguns efeitos gerais:
1. Alterações do sistema nervoso central;
2. Alterações sexuais - as drogas produzem exarcebações do libido ou o contrário;
3. Desequilíbrio orgânico - o uso de drogas afeta todas as partes do organismo. Promove alterações respiratórias e circulatórias. O viciado com o tempo adquire aspecto próprio tornando-se pálido, com os olhos esbugalhados e sinais de envelhecimento precoce;
4. Convulsão e desagregação mental - no início o adolescente experimenta excitação da memória e aclaramento de idéias e isso o anima a continuar. Mais tarde aparece apatia psíquica, embotamento, idiotice e psicoses.
Além do que já foi citado, a droga gera uma problemática social; o viciado torna-se desajustado socialmente. Ainda pode levar o dependente a sérios problemas com os traficantes e com as autoridades policiais e judiciais.
TOXICOMANIA:
O consumo de drogas, naturais e sintéticas, é definido como toxicomania, ou seja, um estado de intoxicação periódico ou crônico nocivo ao indivíduo e à sociedade.
São características da toxicomania:
1. Desejo ou necessidade de continuar consumindo a droga e de procurá-la por todos os meios;
2. Tendência de aumentar a dose;
3. Dependência de ordem psíquica ou física.
As drogas podem afetar o adolescente de várias maneiras, como nos aspectos físico, mental, crônico, etc. O seu uso abusivo pode levar o usuário a um descontrole de seu consumo e gerar dependência, podendo causar um desequilíbrio em sua vida.
A dependência a uma droga é o estado de necessidade física e/ou psíquica à mesma.
Por dependência psíquica entende-se aquela que afeta apenas o psiquis-mo do indivíduo, não se desenvolvendo tolerância (necessidade de aumento da dose). Quando a dependência é apenas psíquica, há desejo psicológico de uso de drogas, mas não há a necessidade incontrolável.
Já a dependência física afeta o indivíduo, produz tolerância e necessidade incontrolável de uso da droga. Segundo a Organização Mundial de Saúde, a dependência física é o estado de adaptação que se manifesta pelo aparecimento de profundas modificações físicas quando se interrompe a administração do medicamento ou droga. Isto quer dizer que, quando o usuário é dependente de uma droga e deixa de usá-la, o seu organismo sofre alterações que podem acarretar até a morte.
Os adolescentes apresentam uma mudança hormonal significativa. Quando entra uma droga no seu corpo é como se fosse um laboratoriozinho: parece explodir. Assim, mais ou menos, acontece com os jovens quando ingerem drogas, numa fase de muita mudança química no corpo.
POR QUE OS JOVENS USAM DROGAS
Muitos podem ser os motivos que levam um jovem para o mundo das drogas. Entre eles, a procura de um prazer que para o jovem representa o êxtase, a euforia. Muitas vezes é a fuga de uma realidade difícil de lidar à nível consciente.
Como consciências psicológicas, há todo um transtorno comportamental e um prejuízo das atividades como: estudo, trabalho, convivência com as pessoas devido a mudanças de humor. Além do fato que o uso de drogas acarreta, com o tempo, danos às estruturas cerebrais.
A família fica desesperada. Muitas vezes não sabem como lidar com o jovem e há atritos graves entre membros da família. Há uma forte perturbação emocional, o que necessitaria de um trabalho orientado de um profissional. A família teria que fazer um trabalho no sentido de se fortalecer do ponto de vista emocional para com isso poder ajudar a pessoa envolvida com drogas, e este precisaria de um acompanhamento psicológico com o objetivo de fortalecer a auto-estima e conseqüentemente se livras das drogas.
Fica difícil dizer o que é certo e o que não é, quem é bandido e quem é mocinho, onde está o bem e o mal. Mas não dá para fugir da realidade. DROGA é uma coisa perigosa e muita gente se arrasa por causa dela. O assunto está ai: na TV, nos jornais, na rua, na escola, na casa do lado e, talvez, na sua. Finge que não é com você é um péssimo jeito de se prevenir.
Considerando o tráfico, o número de crimes, problemas de saúde e todas as vidas que são arruinadas pela droga, dá uma imensa vontade de ser radicalmente contra elas. Mas nesses campo é muito difícil ser radical. A distância entre beber um copo de cerveja gelada num dia de calor e morrer de cirrose hepática é enorme. Tão grande quanto a que existe entre fumar maconha uma vez na vida e morrer de overdose. Seria inútil exterminar todas as substâncias que podem ser usadas como droga porque são muitas. E não esqueça que droga é sinônimo de remédio e a mesma coisa que mantém a vida de monte de pessoas pode deixar outras viciadas. Proibir não é a solução. Fingir que o problema não existe ou acontece apenas com os outros resolve muito menos. Diante desse impasse, não vá saindo como quem não tem nada com isso. Viciado não é só gente doida, barra pesada, marginal ou pavorosa Muita gente bonita, elegante e sincera como você acaba se viciando às vezes por brincadeira. As fronteiras entre o certo e o errado são invisíveis e, assim, ninguém sabe mostrar o comportamento ideal a ser adotado. O que se sabe é que as drogas são um risco enorme.
73,9% dos estudantes de escolas públicas de 10 capitais brasileiras já exprementaram algum tipo de drogas.
76% dos portadores do vírus da AIDS entre 11 e 19 anos contraíram a doença por meio das drogas intravenosas.
Já te ofereceram alguma droga? 33% dos entrevistados de 10 a 12 anos, 49% dos de 13 a 15 anos e 67% entre 16 e 18 anos responderam sim.
"Comecei fumando uns baseadinhos em festas, tomando umas bebidinhas. Eu sempre achei que era forte para lidar com as drogas. Então eu alternava uma época careta, uma época chapado. Para tentar me enganar, eu tentava trocar a dependência por álcool mas não adiantava. Eu estava sofrendo. Eu estava fugindo de um problema que vinha desde a adolescência: admitir que a droga era mais forte que eu. Uma hora me dei conta que ou todo mundo se afasta de você ou você acaba numa overdose. Três amigos meus morreram, dois de overdose e outro que injetou na veia pó de mármore comprado como cocaína. Eu optei pela vida. Estou brigando com unhas e dentes. Eu queria que alguém tivesse me dito: não tenta nem experimentar. Eu achava que careta era otário. Mas não é nada disso: os malucos é que são otários." C. 34 anos.
Por quê o adolescente se envolve com as drogas? Por quê um jovem de apenas 14 ou 15 anos começa a trilhar o caminho da toxicomania?
Além dos motivos citados acima, há, no caso do uso de drogas, um fator muito importante que é a fuga da realidade. O jovem quando vira adolescente se decepciona, pois nada é como ele pensava, então decide entrar no mundo do tóxico. Viver no mundo real não lhe interessa mais. A irrealidade é seu universo, onde tudo é mais colorido e onde se acha respostas para todos os problemas.
Inquéritos feitos entre jovens mostram que, em sua maioria, foram levados a primeira experiência com tóxicos por curiosidade. Ressaltam também o papel dos amigos que influenciam no consumo das drogas.
"A informação que a televisão, os pais e os educadores passam é de que a droga mata, é uma coisa horrível, deixa dependente. Mas já o amigo do clube, da escola, do condomínio diz que não é nada disso, que é bom e dá segurança. Então o jovem fica curioso, com dúvidas, e resolve experimentar. No dia seguinte, ele vê que não morreu e nem ficou dependente e passa a acreditar no amigo, lógico. Aí mora o perigo... O jovem passa a procurar nas drogas aquilo que não existe. O uso constante poderá torná-lo doente, dependente de doses cada vez maiores e de drogas mais fortes. Isto pode levá-lo até ao suicídio.
Parece que, hoje em dia, as pessoas não têm noção de que as drogas fazem mal e que não é bom usá-las. O jovem precisa de uma cervejinha para bater papo, fumar um "baseado" para ver um show... Ele está sem noção da cobrança que vai vir mais tarde, em função deste uso de drogas." - depoimento de Aurélio Santo Sé (CONEN)
Tomar uma droga é um substituto para a satisfação que uma atividade bem sucedida traz. Uma visita a qualquer rua à noite, mostra rapidamente que a droga é freqüentemente o "prêmio consolação" para muitos jovens insatisfeitos.
OS MOTIVOS E DIFERENÇAS DE CLASSE ENTRE OS JOVENS
QUE PROCURAM AS DROGAS
QUE PROCURAM AS DROGAS
Classe Média e Alta
Os jovens dessa classe entram no mundo das drogas por diversos motivos; seja por influencia de alguém, para ser aceito em um determinado grupo, por curiosidade, vontade de mostrar que é capaz de seguir seus caminhos, de querer experimentar todas as coisas da vida, altas emoções, revolta com os pais, para acabar com inibição, enfim, muitos motivos que os levam à droga.
Muitos motivos levam a este beco quase sem saída.
1. Influência de amigos que usam drogas é muito importante, pois, na adolescência, o grupo é muito importante e, querendo ou não, fazem coisas semelhantes para se identificarem.
2. Com as drogas as noites são mais divertidas, fogem a realidade e, assim começa a cumplicidade entre eles.
Mesmo quando o jovem quer parar é muito difícil. Seu círculo de amizade está ligado à droga e para de usá-la é uma ameaça para essa "amizade". Logo é muito mais fácil continuar com a vida que parece perfeita do que recomeçar do zero e, o pior, sozinho.
A droga da moda da classe média alta é o ecstasy, que dá sensação de prazer, torna o corpo leve, dá muita sede e disposição. É de mais difícil acesso para a classe média baixa ou pobre pelo seu elevado preço.
A droga "quebra" as diferenças sociais, fazendo o rico subir o morro e se relacionar com pessoas de outro nível social, achando algo em comum entre eles. É o caso de meninas ricas com traficantes, de tanta gente da classe média alta nos bailes funks, pois com as drogas acham que todos têm algo em comum, só que muitas vezes é tarde demais para descobrir que os iguala é algo muito pior - a droga.
Classe Pobre
As crianças que moram em morro convivem com todos os tipos de drogas, pois é lá no morro que se concentra o tráfico.
Os menores de rua desde cedo têm contato com várias drogas, e uma das mais usadas por eles é a cola de sapateiro, que inibe o apetite. Em qualquer esquina, podemos facilmente ver um ou vários meninos de rua, com uma latinha em sua mão, próxima ao seu nariz.
Os jovens pobres também usam maconha, pois além de ser "aceita" socialmente, eles a comercializam desde cedo.
Os pobres geralmente procuram drogas mais baratas. Quando começam a usar drogas mais caras, exemplo de cocaína e heroína, isso os leva para o mundo do crime, seja roubando ou ajudando os traficantes.
FATORES QUE PROPENSA O ADOLESCENTE AO USO DAS DROGAS
1. sem adequadas informações sobre o efeito das drogas;
Os jovens dessa classe entram no mundo das drogas por diversos motivos; seja por influencia de alguém, para ser aceito em um determinado grupo, por curiosidade, vontade de mostrar que é capaz de seguir seus caminhos, de querer experimentar todas as coisas da vida, altas emoções, revolta com os pais, para acabar com inibição, enfim, muitos motivos que os levam à droga.
Muitos motivos levam a este beco quase sem saída.
1. Influência de amigos que usam drogas é muito importante, pois, na adolescência, o grupo é muito importante e, querendo ou não, fazem coisas semelhantes para se identificarem.
2. Com as drogas as noites são mais divertidas, fogem a realidade e, assim começa a cumplicidade entre eles.
Mesmo quando o jovem quer parar é muito difícil. Seu círculo de amizade está ligado à droga e para de usá-la é uma ameaça para essa "amizade". Logo é muito mais fácil continuar com a vida que parece perfeita do que recomeçar do zero e, o pior, sozinho.
A droga da moda da classe média alta é o ecstasy, que dá sensação de prazer, torna o corpo leve, dá muita sede e disposição. É de mais difícil acesso para a classe média baixa ou pobre pelo seu elevado preço.
A droga "quebra" as diferenças sociais, fazendo o rico subir o morro e se relacionar com pessoas de outro nível social, achando algo em comum entre eles. É o caso de meninas ricas com traficantes, de tanta gente da classe média alta nos bailes funks, pois com as drogas acham que todos têm algo em comum, só que muitas vezes é tarde demais para descobrir que os iguala é algo muito pior - a droga.
Classe Pobre
As crianças que moram em morro convivem com todos os tipos de drogas, pois é lá no morro que se concentra o tráfico.
Os menores de rua desde cedo têm contato com várias drogas, e uma das mais usadas por eles é a cola de sapateiro, que inibe o apetite. Em qualquer esquina, podemos facilmente ver um ou vários meninos de rua, com uma latinha em sua mão, próxima ao seu nariz.
Os jovens pobres também usam maconha, pois além de ser "aceita" socialmente, eles a comercializam desde cedo.
Os pobres geralmente procuram drogas mais baratas. Quando começam a usar drogas mais caras, exemplo de cocaína e heroína, isso os leva para o mundo do crime, seja roubando ou ajudando os traficantes.
FATORES QUE PROPENSA O ADOLESCENTE AO USO DAS DROGAS
1. sem adequadas informações sobre o efeito das drogas;
2. com saúde deficiente;
3. insatisfeito com sua qualidade de vida;
4. com personalidade deficientemente integrada;
5. com fácil acesso às drogas.
Em contrapartida, o adolescente com menor possibilidade de utilizar drogas são aqueles:
1. bem informado;
2. com boa saúde;
3. com qualidade de vida satisfatória;
4. bem integrado na família e na sociedade;
5. com difícil acesso às drogas.
MOTIVOS: O QUE LEVA O JOVEM A ADQUIRIR O VÍCIO.
Drogas alteradoras de humor produzem modificações no cérebro que alteram seu funcionamento. Uma vez alterada a função do cérebro a pessoa experimenta mudanças físicas, emocionais e comportamentais. Substâncias psicoativas, portanto, têm o poder de alterar o pensamento, danificar a mente e o corpo e afetar o comportamento e os relacionamentos.
Os novos conceitos sobre dependência química ensinam que não há drogas pesadas do ponto de vista do desenvolvimento da doença. Da nicotina ao álcool, passando por maconha, cocaína, crack e psicotrópicos, todas as drogas apresentam-se como poderosos condutores de dependência.
Pesquisas recentes nos levam à compreensão dos motivos que levam algumas pessoas a desenvolver dependência. Sabe-se que uma parte da resposta se encontra na genética. Cada pessoa tem um constituição química e genética particular, isto pode afetar a maneira como uma droga age sobre o cérebro da pessoa. Talvez afete também a velocidade com que o cérebro estabelece seu nível químico depois que as drogas são tomadas. Da mesma forma que a constituição genética leva as pessoas a terem olhos azuis ou castanhos podem também levá-las a se tornarem dependentes.
A personalidade do viciado apresenta características próprias, que a identificam como mal estruturada, imatura, inadapta ao meio em que vive, sempre na busca ávida por sensações, por algo que facilite a fuga da angústia permanente em que vive.
Vive à espera de que se modifique sua vida atual, em virtude de sua incapacidade de levar sua existência.. Não consegue ver no presente, beleza e alegria, pelo empobrecimento de sua capacidade de sentir e de se comunicar. Luta para fugir da realidade dos fatos, para viver na fantasia de um mundo novo, em que não seja exigido tanto de si.
As origens da toxicomania devem ser procuradas na fase oral do desenvolvimento. A intolerância à espera na satisfação do desejo, a importância da fixação, da regressão, etc. A avidez nas toxicomanias está relacionada com os estados maníaco-depressivos.
Por avidez oral entendemos a carência de afetos e a forma insatisfatória de lidar com eles. Problemas no relacionamento social trazem atritos, inseguranças e a conseqüente busca compensatória através da adicção.
Conseqüências:
O egocentrismo, o desejo de gratificar o seu "eu" sempre egoísta, faz-lhe viver só e miserável.
Na impossibilidade de dar, de realizar, de fazer, de proporcionar, destruir, agredir, violentar e aniquilar.
Exaspera-se e se lança contra o mundo, por não poder retirar dele as satisfações, o gozo, as delícias com que sonha, exigências de sua personalidade imatura, rudimentar.
Não estando a serviço de sua função natural de satisfazer a uma necessidade imperiosa, as forças instintivas transformam-se em angústia, ansiedade e opressão. O próprio prazer sexual se altera e faz mudar a agressividade em sadismo, a carícia, a ternura, em tortura e a maldade para os com quem ele convive.
No aspecto familiar o adicto luta contra a superioridade, o autoritarismo. Através de seus sintomas, o adicto comunica aos pais e irmãos que está lutando para ser o contrário do que eles são, mas, ao mesmo tempo, as características dessa sua luta evidenciam que diferença está exclusivamente no elemento usado e não no método, ou seja, a droga.
Quando se comprova que em sua tentativa de se revolta e ser diferente do modelo familiar, acaba fazendo o que aprendeu de seus pais, a oposição destes, torna-se muito comprometida.
Em contrapartida, o adolescente com menor possibilidade de utilizar drogas são aqueles:
1. bem informado;
2. com boa saúde;
3. com qualidade de vida satisfatória;
4. bem integrado na família e na sociedade;
5. com difícil acesso às drogas.
MOTIVOS: O QUE LEVA O JOVEM A ADQUIRIR O VÍCIO.
Drogas alteradoras de humor produzem modificações no cérebro que alteram seu funcionamento. Uma vez alterada a função do cérebro a pessoa experimenta mudanças físicas, emocionais e comportamentais. Substâncias psicoativas, portanto, têm o poder de alterar o pensamento, danificar a mente e o corpo e afetar o comportamento e os relacionamentos.
Os novos conceitos sobre dependência química ensinam que não há drogas pesadas do ponto de vista do desenvolvimento da doença. Da nicotina ao álcool, passando por maconha, cocaína, crack e psicotrópicos, todas as drogas apresentam-se como poderosos condutores de dependência.
Pesquisas recentes nos levam à compreensão dos motivos que levam algumas pessoas a desenvolver dependência. Sabe-se que uma parte da resposta se encontra na genética. Cada pessoa tem um constituição química e genética particular, isto pode afetar a maneira como uma droga age sobre o cérebro da pessoa. Talvez afete também a velocidade com que o cérebro estabelece seu nível químico depois que as drogas são tomadas. Da mesma forma que a constituição genética leva as pessoas a terem olhos azuis ou castanhos podem também levá-las a se tornarem dependentes.
A personalidade do viciado apresenta características próprias, que a identificam como mal estruturada, imatura, inadapta ao meio em que vive, sempre na busca ávida por sensações, por algo que facilite a fuga da angústia permanente em que vive.
Vive à espera de que se modifique sua vida atual, em virtude de sua incapacidade de levar sua existência.. Não consegue ver no presente, beleza e alegria, pelo empobrecimento de sua capacidade de sentir e de se comunicar. Luta para fugir da realidade dos fatos, para viver na fantasia de um mundo novo, em que não seja exigido tanto de si.
As origens da toxicomania devem ser procuradas na fase oral do desenvolvimento. A intolerância à espera na satisfação do desejo, a importância da fixação, da regressão, etc. A avidez nas toxicomanias está relacionada com os estados maníaco-depressivos.
Por avidez oral entendemos a carência de afetos e a forma insatisfatória de lidar com eles. Problemas no relacionamento social trazem atritos, inseguranças e a conseqüente busca compensatória através da adicção.
Conseqüências:
O egocentrismo, o desejo de gratificar o seu "eu" sempre egoísta, faz-lhe viver só e miserável.
Na impossibilidade de dar, de realizar, de fazer, de proporcionar, destruir, agredir, violentar e aniquilar.
Exaspera-se e se lança contra o mundo, por não poder retirar dele as satisfações, o gozo, as delícias com que sonha, exigências de sua personalidade imatura, rudimentar.
Não estando a serviço de sua função natural de satisfazer a uma necessidade imperiosa, as forças instintivas transformam-se em angústia, ansiedade e opressão. O próprio prazer sexual se altera e faz mudar a agressividade em sadismo, a carícia, a ternura, em tortura e a maldade para os com quem ele convive.
No aspecto familiar o adicto luta contra a superioridade, o autoritarismo. Através de seus sintomas, o adicto comunica aos pais e irmãos que está lutando para ser o contrário do que eles são, mas, ao mesmo tempo, as características dessa sua luta evidenciam que diferença está exclusivamente no elemento usado e não no método, ou seja, a droga.
Quando se comprova que em sua tentativa de se revolta e ser diferente do modelo familiar, acaba fazendo o que aprendeu de seus pais, a oposição destes, torna-se muito comprometida.
Fonte: Recanto Mundo Jovem
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